Denúncia de prevaricação do presidente no escândalo da compra superfaturada da vacina indiana Covaxin foi feita pelos senadores Jorge Kajuru (Podemos), Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato, da Rede.

Leia a íntegra:

Pedidos:

1) a admissão da presente notícia-crime, com a consequente intimação da Procuradoria-Geral da República para promover o oferecimento da denúncia contra o Presidente da República pela prática do crime de prevaricação, previsto no art. 319 do CP, sem prejuízo de outros tipos penais porventura aderentes ao quadro fático a ser mais bem delineado nas apurações preambulares realizadas pela PGR com o auxílio das autoridades policiais competentes;

2) a intimação do Presidente da República, Sr. Jair Messias Bolsonaro, para que responda, em 48 (quarenta e oito) horas, se foi comunicado das denúncias, se apontou o Dep. Ricardo Barros como provável responsável pelo ilícito, bem como se e em que momento adotou as medidas cabíveis para a apuração das denúncias;

3) a intimação da Polícia Federal para que informe, em 48 (quarenta e oito) horas, se houve a abertura de inquérito para apurar as denúncias sobre a aquisição da vacina Covaxin, discriminando quando e por quem foi aberto o eventual inquérito, bem como seu respectivo escopo.

Com isso, o torniquete sobre o presidente da República se fecha.

Ele já deu declarações públicas de que não sabe o que se passa nos ministérios, mas não mencionou as acusações do deputado aliado de que teria mencionado o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, como responsável pelo “rolo”.

Barros é importante liderança do Centrão, que pode abandonar Bolsonaro ao impeachment se o presidente implicar o deputado federal do PP paranaense no escândalo.

Se Bolsonaro desmentir o deputado Miranda, corre o risco de ter revelada uma gravação da conversa que, nos bastidores de Brasília, se especula que o parlamentar teria feito para se garantir.

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Fonte: Viomundo

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