O Tribunal de Contas da União acompanha desde março as ações do Ministério da Saúde frente à crise do coronavírus. Nove meses depois, conclui que ainda não há um plano estratégico para o enfrentamento da pandemia.

Segundo o tribunal, falta um planejamento “minimamente detalhado” de ações anti-Covid. Ainda persistem, por exemplo, falhas na entrega de equipamentos de proteção individual, respiradores, kits de testes, além de irregularidades em contratos.

Também preocupa o descompasso entre o calendário de vacinação e a entrega das seringas e agulhas. Conforme os auditores, o ministério abriu contratação para 300 milhões de unidades do material, mas 11 estados também já informaram terem iniciado o processo para 150 milhões de unidades dos mesmos itens.