Xi Jinping, manteve uma conversa telefônica com Cristina Kirchner para tratar da ajuda solicitada pela vice-presidente e lembrou que quando era jovem, não morreu de fome pela doação de alimentos que o povo chinês recebeu da Argentina.

A gratidão é um dos gestos mais nobres do ser humano. O presidente da China, Xi Jinping, pôs em prática este sentimento na última semana.

Mensagem de retribuição:
XI Jinping responde à Argentina!!

O líder chinês recebeu pedido do governo argentino, através da vice-presidenta Cristina Kirchner, a respeito de EPI’s ( equipamento de proteção individual) e respiradores.  XI Jinping, veio ao telefone e fez questão de lembrar à vice-presidente, que durante a sua juventude, como membro das brigadas do líder Mao Tsé Tung, sendo um camponês, teve de viver em um buraco no seu pequeno povoado de Liangjiahe, junto a sua família na China Central, que naquele momento sofria uma penúria econômica, dado a guerra civil.

Xi Jinping, lembrou Cristina que quase não tinham o que comer naquela difícil situação, e que a primeira comida decente em muitos anos, foram umas latas de alimentos que chegaram da Argentina, e que fora uma doação do Partido Justicialista argentino, em ajuda à resistência do povo chinês

Essa atitude, disse Xi, foi algo que nunca esqueceu, e que hoje sem dúvidas o povo argentino pode contar com a doação de 1.5000 respiradores e 13 toneladas de insumos médico-hospitalares, que estão em caixas com a inscrição de uma frase de Martín Fierro, em espanhol, onde se pode-se ler: Que los hermanos sean unidos, esa es ley primera…” e posteriormente em mandarim: “En agradecimiento al pueblo que alimentó a un muchacho pobre y campesino que hoy les quiere retribuir”.

“Los Hermanos” fizeram a operação de trazer para o seu país, através de sua companhia estatal, a Aerolíneas Argentinas. Um Airbus 330-200, com tripulação de tem 17 pessoas, entre pilotos, técnicos em aeronáutica, enfrentou 55 horas de viagem para trazer o equipamento para a Argentina.

Uma lição aos bolsonaristas

Essa doação, com sabor histórico da relação profunda entre os homens, entre os povos mostra  entre a diferença entre opção de solidariedade e a opção do ódio, tão propagada pelos filhos e pelos milicianos que apoiam o presidente Jair Bolsonaro.

Em 2003 o presidente Lula foi o primeiro Chefe de Estado a reconhecer a China como economia de mercado na OMC Organização Mundial do Comércio). Com este gesto o Brasil se tornou parceiro preferencisl da China e a partir dai as exportações brasileiras para China deram um salto de US$ 4 bilhões para US$ 28 bilhões/ano, ao final do mandato de Lula (2003-2010). O resto, como se diz é história.

 

 

 

 

 

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