Reportagem  do jornal o Globo revela que a indicação de Eduardo Bolsonaro à Embaixada brasileira nos EUA tem agora um parecer oficial que assegura: trata-se de nepotismo.

A Consultoria Legislativa do Senado enquadrou a tentativa de nomeação como um caso clássico de nepotismo. A tese é a de que o cargo de chefe de missão diplomática é um cargo comissionado comum e que nesse tipo de cargo, é vedado o nepotismo, por um decreto de 2010 e por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2008.