Economista e professor da UEG analisa a proposta do governo de enxugamento da instituição.

Sem saber da missa a metade!
Ângelo Cavalcante

Para quem defende o redesenho; aos não sabedores, aos “puros de coração” e que se arrependeram de terem saído da adolescência.

O infame ‘redesenho institucional’, reparem, é parte de amplo movimento estatal assentado em princípios liberais ou neoliberais.

Não visa só e só, ajustar o vasto de campus espraiado no tabuleiro goiano aos orçamentos da UEG; bem mais que isso o “ré-desenho” é bem antes, um dispositivo político e administrativo para intensificar terceirizações, quarteirizações, temporizações e outras formas de precarização.

Me espanta muito que professores bons e qualificados não tenham compreendido o que, de fato, está em causa.

Repara, “meu bró”… O “ré-desenho” é integralmente anti-trabalho, logo, é anti-docente, é anti-UEG, é ANTI-EDUCAÇÃO!

O “ré-desenho” é contra você, professor/professora, contra seus esforços, sua formação, contra sua carreira, profissão e mesmo, sua vida.

É a mais funda estocada de um governo neoliberal contra o jovem peito de uma UEG e que pede socorro.

E pede socorro…

Ângelo Cavalcante – Economista, professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), campus Itumbiara.