Haendel Bittes quer mais mercado, menos Estado, redução da carga tributária, aprova a minir­reforma trabalhista, mudanças na Previdência Social e cobra relações não ideológicas. Neo-liberal condena elevada taxa de juros bancários, ataca burocracia para abertura e fecha­men­to de empresas, pede estabilidade para atração de investimentos externos ao Brasil e Goiás.

Renato Dias

Um ‘receituário liberal’ é a saída para crise econômica e social de 2019, no Brasil, afirma o empresário Haendel Bittes. Longe do estatismo e das ideias do marxismo vulgar, recomenda. Os seus ingredientes seriam economia de livre mercado, integração à globalização e ampliação das negociações comerciais, observa. Com Estados Unidos, Europa, Mercosul, China, África e Mundo Árabe, frisa. Sem restrição ou amarras ideológicas, atira em tom crítico e ácido con­tra o PT. A diminuição do Mamute Estatal, diz. Com a concepção do Estado Mínimo, conta. “Ideias formuladas tanto pela Escola de Viena, Áustria, de Economia, com Friedrich Hayek e Ludwig von Mises, quanto pela Escola de Economia Política de Chicago, EUA, com Milton Friedman.”

Um novo mundo, mais liberal, distante dos múltiplos populismos, é possível, sim.

Capitalização

Homem de mercado, ele defende a aprovação da minirreforma trabalhista. Para reduzir o custo da produção, dispara. A reforma da Previdência Social é estratégica para garantir a aposentadoria no futuro, insiste. O modelo de capitalização, adotado no Chile, pelos Chicago Boys, constituem uma medida interessante, acredita. O liberal  cobra urgência na aprovação e sanção da Reforma Tributária. A carga que incide sobre o capital, no Brasil, é uma das mais altas do mundo, reclama. O empresário lembra que a redução das elevadas taxas de juros bancários é fundamental para a retomada dos investimentos e o crescimento econômico, com desenvolvimento sustentável. A estabilidade política permitirá a atração de capital eterno, crê.

O manual da esquerda fracassou. No Brasil, Venezuela, Rússia, Cuba, Nicarágua, El Salvador, Angola, Moçambique, enfatiza.