Em artigo no seu Blog o jornalista Reinaldo Azevedo analisa o acordo entre a Petrobras e a Lava Jato que destina R$ 2,5 bilhões a uma fundação criada pelos promotores de Curitiba(PR).

O acordo espúrio, imoral, sem leis que o amparem, entre o Ministério Público Federal, as “Autoridades Norte-Americanas” (como gosta Deltan Dallagnol, com maiúsculas) e a Petrobras, que pode resultar na criação de uma das mais ricas fundações de direito privado do país, foi homologado pela celebrada Gabriela Hardt, juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba.

É aquela magistrada que foi bastante aplaudida por alguns setores por ter condenado Lula no caso do sítio de Atibaia. É bem verdade que, em sua sentença, ela acabou trocando “sítio” por “apartamento” — aquele de Guarujá, que era matéria do outro processo, de que foi juiz o agora ministro bolsonarista Sérgio Moro…

Se alguém pensou em algo como “copia/cola” é porque está de maus bofes. Afinal, gente, cumpre-nos o dever da franqueza, né? Pouco importa se sítio ou apartamento, o que interessa é condenar. A Justiça atravessou um novo umbral no país.

Mas deixo essa questão de lado agora. Voltemos à homologação do acordo feito pela juíza rigorosa. A íntegra está aqui . A doutora topa quase tudo. Já explico. Sim, ela gostou desse negócio de se criar, com o dinheiro da Petrobras, uma fundação de direito privado. Ela não especifica — e isso também não está no acordo, como vocês sabem, em que lei os bravos da Lava Jato se basearam para criar a fundação. Pra quê? Há certas omissões que a Justiça mod… – Veja mais em

https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/2019/03/08/decisao-de-juiza-no-rolo-bilionario-mpf-petrobras-e-berracao-inedita/