Verbetes como Atibaia, Empatia e Nelson Teich são alguns dos destaques do livro.

 

O professor da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás, Pedro Célio Alves Borges foi o organizador do livro “PANDEMIA E POLÍTICA: a linguagem de duas crises conjugadas”, lançado recentemente pela Editora Kelps.

O professor ressalta que o Glossário traz verbetes com diferentes percepções sobre termos, expressões e personalidades que marcaram o debate político durante a penosa conjuntura do primeiro semestre de 2020.

O professor Pedro Célio destaca alguns dos verbetes que mais chamaram atenção dos leitores como Atibaia, Nelson Teich, Empatia e “E daí?”.

Na redação de alguns verbetes o professor teve a colaboração de pessoas qualificadas em várias áreas: analistas político-sociais da academia e do jornalismo; profissionais da saúde com atuação em atendimento clínico e em pesquisa; epidemiologistas; geógrafos; dramaturgo; e professores do ensino médio.

O volume que saiu somente no formato e-book. Pode ser encontrado nas principais livrarias virtuais: Livraria Cultura / Amazon / Kobo Brasil / Apple iBook Stores / Thalia / Ubook / Welbild e outras.

Confira o texto de apresentação do livro feito pelo professor Pedro Célio e o Prefácio escrito pelo professor Sebastião Rios:

capa livro

APRESENTAÇÃO

Em junho de 2020, recebi no WhatsApp um quadrinho em que uma preocupada senhora pergunta ao médico sobre o tempo de duração da pandemia de Covid-19. Avassalador, o mal seguia matando muita gente no Brasil e no mundo. A resposta ciosa foi: “Não posso imaginar, porque não entendo de política”.

A linguagem do desenho define-se entre o humor e a ironia. Ela narra uma situação que, embora escancarada, permanece inalcançável a muitas mentes argutas. Os cartunistas e chargistas são capazes de emitir, em poucos traços e raras palavras, sentidos variados para um objeto ou uma realidade. Sua arte estimula, em cada pessoa que observa as formas ali sugeridas, um significado nascido da experiência particular do observador.

Para mim, a resposta do médico funcionou como uma senha para trazer à tona a ideia de reunir alguns componentes do vocabulário que, por alguns meses, vicejou no noticiário a respeito dos dois universos referidos na anedota: o da doença e o da política. Seguiram-se poucos dias de atenção fixada nas entrevistas dos especialistas de saúde, nas reportagens e editoriais da imprensa e em pronunciamentos de governantes e representantes civis – nacionais e internacionais – para que o estalo inicial evoluísse para o formato do presente glossário.

Primeiramente, um conjunto de significados diversos e de nomeações a eles acopladas mostrou-se desencorajador para a tarefa. Nas semanas e meses seguidos aos alertas quanto à escalada da Covid-19, os jornalistas e líderes de opinião em várias frentes de debates comentam e, de diferentes maneiras, propõem esclarecimentos à população.

Deu para notar que, mesmo os especialistas, pronunciavam dúvidas e reticências nas suas explicações sobre o vírus e os ritmos da sua disseminação. Mais ainda, eles titubeavam ou não conseguiam ser taxativos quando falavam além dos perigos que a todos espreitavam, com as consequentes recomendações de cuidado, higiene e distanciamento social.

Também a imprensa mostrou-se cautelosa nas abordagens ou maneiras de informar, algo inusual nas digressões com que costuma atuar em outros assuntos.

Logo se erigiu um cenário de esforços investigativos e intervenções qualificadas, amplo e prolífero de enunciados que rapidamente delinearam um campo próprio de comunicação que, por meio do assombro e do medo, unificou povos e continentes. Ricos e pobres foram aos poucos se convencendo da realidade dos riscos possíveis de advir com a contaminação.

Houve quem tentasse disfarçar a perplexidade, apegando-se ao um negacionismo primitivo, emulado pela combinação de atraso político com insensata e desumana falta de empatia.

Na esteira das poucas afirmações explicativas e definições diretas, nas primeiras semanas da pandemia, cresciam as dúvidas e perplexidades. Pouquíssimos de nossa geração haviam imaginado antes o que então passamos incialmente a assistir e, nos meses seguintes, a viver. Comportamentos

e figurações semelhantes aos que a praga nos impunha conhecíamos somente dos fantasiados panoramas de desertos pós-apocalípticos, mostrados no cinema e em livros. Ainda que por pouco tempo, dada à desobediência dos incrédulos e dos que por necessidade não podiam paralisar por completo, tivemos nossas cidades desmobilizadas – de comércio fechado, terminais de ônibus vazios, parques, praças e vias centrais com raríssimos viventes desgarrados e mascarados quebrando as desoladas paisagens, a um modo profetizado em cena do Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago.

Situações novas, nomes novos. Palavras até então faladas somente em nichos de peritos transbordaram para as telas de TV e celulares, invadiram as prosas nas filas das lotéricas, feiras e salas das famílias recolhidas em quarentena. Seria presunção demasiada a empreitada do glossário? Essa indagação precedeu a decisão positiva que conduziu ao momento seguinte, de planejar a viabilidade da execução.

A condição prévia foi a de não pretender originalidade nem o esgotamento do assunto. Por isso, o elemento delineador da sacada inicial apontou para se antever o formato e a profundidade do material pretendido.

O recorte essencial foi a pandemia da Covid-19 e a política, fi xado o foco em palavras e expressões correntes relacionadas aos sujeitos, objetos e situações dominantes no transcorrer do primeiro semestre de 2020.

Mais especificamente entre o final de fevereiro, quando foi noticiado o primeiro caso de Covid-19 no Brasil, e o final de julho, posto que a operacionalidade do trabalho dependia de uma inflexão no tempo, uma opção que não anulava o pressentimento de que o pesadelo teria duração. Portanto, a coleta e catalogação de termos a serem convertidos em verbetes deveriam decorrer dos fatos, situações e debates enquadrados nesse recorte temporal de cinco meses.

Ainda assim, foi necessário recorrer a outros critérios para que a concepção substantiva da proposta não se perdesse na amplitude de cada um dos campos e das muitas confluências por eles fornecidas. Expressões e nomes centrais no idioma da política e da epidemiologia só entrariam no glossário, caso tivessem frequentado o noticiário e os debates no período demarcado.

Por isso, “pesos pesados” ficaram fora, como Lula e Fernando Henrique Cardoso, as ministras Carmem Lúcia e Rosa Weber.

Também não entraram conceitos consagrados, como Estado, Parlamento, Inflação, entre outros. Porém, o mesmo raciocínio levou à inclusão de substantivos comuns até então triviais ou de sentido neutro nem nosso léxico cotidiano e de nomes de figurantes obscuros ou destituídos de qualquer mérito cívico.

Assim, foram elevados à condição de verbetes termos como cloroquina, protocolo, EPI, Centrão, Baixo Clero; Abraham Weintraub, Nelson Teich e Carlos Alberto Dacottelli. O segundo passo foi a adoção do método de trabalho. Assim que iniciada a pesca de palavras e expressões, a multiplicidade e complexidade dos aspectos por elas nomeados às vezes revelaram que sonoridades de difícil domínio técnico entravam nos ouvidos e hábitos do grande público, neles se estabelecendo, de certo modo para elevar o senso comum a um novo plano de compreensão, malgrado as já mencionadas dúvidas e reticências. Para selecionar e depois traduzir essa nova algaravia sem adulterar seus conteúdos originais, na suposição (ou arrogância) de apresentá-los legíveis ao público leigo, impôs-se o reconhecimento de que essa não é tarefa para se realizar sozinho. Esse foi um drama menor, daqueles que trazem a resposta na própria formulação, dada a óbvia vantagem de se buscar interações multidisciplinares já consagradas há pelo menos três décadas nos métodos daciência e da comunicação de massas.

Em seguida, depois de concluídas as etapas de observaçãoe seleção do material recolhido, o terceiro procedimento cuidou de efetuar algo como uma sintaxe associativa dos conteúdos, visando a classifi cá-los ou aproximá-los em blocos de signifi cados. Isso nos permitiu reduzir a variedade inicial dos termos selecionados a um conjunto visivelmente menor. É a útil e pragmática classifi cação, que as ciências sociais praticam desde as origens, absorvida de outros campos dos conhecimentos. Os agrupamentos resultantes facilitaram na detecção de repetições ou sobreposições de conteúdos em verbetes de nomes diferentes, evitando duplicações no glossário, bem como facilitaram no reconhecimento de termos que, embora de conteúdos aproximados, guardam entre si diferenças qualitativas, a ponto de merecerem, reciprocamente, ser incluídos.

Por último, pudemos, ainda, manter o alerta para que todo o esforço não desaguasse em meramente repor o que outros trabalhos já publicaram, com os quais ficamos longe de emparelhar em refi namento e profundidade, e que se encontram imensamente acessíveis em espaços, como o da wikipedia, dicionários, compêndios, ou nos formatos de conceitos teóricos clássicos. O volume conta com generosas colaborações vindas de diferentes áreas, com ênfase em analistas político-sociais da academia e do jornalismo e em profi ssionais da saúde, atualmente dedicados a atividades de pesquisa, atendimento clínico e políticas de prevenção ao Novo Coronavírus.

Todos assimilaram a proposta e, mesmo muito ocupados no período, tocando as suas incumbências rotineiras, que não diminuíram com o isolamento, tanto as profissionais quanto as de solidariedade e cuidados com familiares e amigos alcançados pela Covid-19, empenharam-se em indicar e redigir verbetes. Alguns, além disso, fizeram-no em meio aos compromissos de intervir nos debates públicos acerca das incertezas e angústias do momento.

Seguem poucos pares de parágrafos para as duas crises do título, a crise epidemiológica e a crise política. Sofremos sob a conjugação das duas, no decorrer do primeiro semestre de 2020, mais estragos e mais mortes do que mereciam os brasileiros e o País. A crise política no Brasil tem atrapalhado o combate à disseminação rápida do vírus. Se ela não causou a Covid-19, os seus efeitos reforçaram sobremaneira o ritmo das contaminações e a letalidade da doença. Essa mata por si. A crise política, a olhos nus desnecessária e irracional, lhe fornece munição. Seu epifenômeno foi o desgoverno durante a crise sanitária, na verdade, a falta de direção ao governo que, no agravamento da pandemia, chegou ao ponto de deixar o Ministério da Saúde sob direção interina, desde maio, e não haver apresentado ao país um plano de combate ao vírus ou mesmo de buscar a coordenação dos demais níveis federativos nesse sentido.

Podemos dizer que, a partir de março, o país mudou. Mudamos todos, em conceitos, valores e comportamentos. Um paradoxo evidente nessa constatação está em que, no contexto de tão abruptas e inesperadas alterações, apenas um agente não se modificou: exatamente o presidente e seu governo. A insensatez miliciana do núcleo de governo, sobejamente representada por seu chefe, coloca em escalas geométricas os números de vidas perdidas e de incapacidade governamental para lidar com os ritmos da pandemia, se comparadas com os dados de outros países e sociedades. Profissionais da saúde, altas autoridades, brasileiros comuns – eleitores de Bolsonaro ou não – assistiram, atônitos e incrédulos, aos sucessivos discursos destemperados e golpistas do presidente no cercadinho do Alvorada, enquanto as mortes se multiplicavam. Assim ficou o Brasil até meados de junho, quando Bolsonaro se viu acossado pela aproximação das investigações do caso Queiroz à sua família e os inquéritos do STF culminavam em prisões dos ativistas de fake news e do Gabinete do Ódio, dois fortes esquemas de apoio ao presidente.

As patéticas encenações de Bolsonaro, que não conseguiram mais do que atribuir a si o papel de bufão, de fato movimentaram o imaginário das pessoas que sofrem com a crise epidemiológica em outras sociedades e continentes. Estiveram no seu temperamento chucro e nas suas seguidas palavras de desprezo pela democracia os motivos de críticas e manifestações de repúdio mundo afora, acentuando as formas de percepção a respeito do Brasil que se vinham delineando desde antes da crise sanitária. O ápice ocorreu na manifestação de instituições e investidores externos que ameaçaram evadir do País, se na Amazônia prosseguissem os desmatamentos ilegais, com queimadas, à revelia do governo.

Mas não se trata apenas disso. Os disparates e as contravenções antirrepublicanas de Bolsonaro, filhos e cortejo et caterva, com a intransigente recusa em assumir o combate à pandemia, impõem-nos ciclos crescentes e superpostos de indefinições e medos. Tais sentimentos, já inscritos na excepcionalidade de uma situação em que enfrentamos um desconhecido tão ameaçador, ficam exacerbados em face da ausência da liderança política. Acabam alçados a formatos de indeterminação preocupante nos circuitos que estruturam as nossas rotinas como pessoas e como nação, na economia, na vida e nos comportamentos sociais. E, por consequência, na política.

Enfim, ficará visível aos leitores, que alguns verbetes superam outros no tamanho. Houve a solicitação inicial para os colaboradores limitarem as redações a 850 caracteres com espaço, depois estendidas a mil. Essa dilatação, contudo, não contemplou totalmente a necessidade dos autores. Em nome da clareza expositiva, incluímos uma espécie de adequação editorial ao plano original, seguindo um critério que só ficou explícito durante o trabalho. Diante de verbetes com textos maiores (após o penoso esforço de cortar de ideias a preposições e conjunções, visando a diminuir as construções textuais), instituímos a opção de desdobrá-los em dois ou três momentos redacionais, obedecendo a uma hierarquização de conteúdos cujo fundo político aqui assumimos.

Explica-se, assim, a aparição de Democracia, em três verbetes e de fake news em dois. Além desses, Flexibilização aparece com dois signifi cados substantivamente distintos, ambos do universo político. Também por conta do forte comparecimento na conjuntura que adotamos por objeto, Bolsonarismo, Gabinete do Ódio, Sérgio Moro e STF tiveram espaços ligeiramente maiores no glossário. Como todo trabalho assentado em conjunturas, este também carrega a sina de envelhecimento precoce. Rapidamente, a atenção do público será deslocada dos conteúdos aqui elencados para outros temas momentosos.

Nesse caso, conscientemente, evitamos a saída previsível, de tino mercadológico, de prometer a preparação de próximas edições de atualização do glossário. Diferente disso, a expectativa das percepções aqui reunidas aponta para que a validade do trabalho permaneça, no futuro, ao menos como modesta fonte de consultas sobre essa difícil conjuntura.

Mais que uma expectativa, prevalece a torcida humanitária dos que assinam os verbetes para que a vacina contra o Novo Coronavírus seja descoberta e validada, cientificamente, no mais breve tempo, deixando para trás os sofrimentos a todos impostos. E para que, em seu palavreado tipificado, tenhamos uma marca deste tempo.

 

Pedro Célio Alves Borges

Goiânia, agosto / 2020

PREFÁCIO

Com o glossário PANDEMIA E POLÍTICA (linguagem de duas crises conjugadas) o professor, cientista político e sociólogo Pedro Célio Alves Borges, na boa companhia de um time de craques – incluindo jornalistas, cientistas ligados à área de saúde, geógrafos, analistas da sociedade e da política –, nos brinda com um trabalho de relevância para o entendimento da difícil conjuntura atual.

No primeiro semestre de 2020, tivemos um período inusitado, em que cenários e sentimentos só imaginados na atualidade em obras de ficção ou se referindo a momentos anteriores da história  – como as pestes na idade média e moderna e a epidêmia da gripe espanhola – foram se impondo de maneira dramática. Perplexidade, primeiro, depois o medo e a insegurança vieram invadindo a vida de todos, numa onda praticamente universal.

Esparramando-se rapidamente mundo afora, onde chegou, o Novo Coronavírus trouxe juntos o medo, a insegurança e mortes, aos milhares. A doença, porém, cumpre roteiros diferentes conforme as sociedades e os países. Em boa parte da América Latina, começando entre os ricos, mostrou-se ainda mais avassaladora ao se disseminar entre os pobres nas periferias e favelas.

O Brasil, com alguns meses de retardo do início da pandemia com relação à China, Espanha, Itália,  Inglaterra, EUA, deixou escapar uma oportunidade preciosa de aprender com a experiência alheia de governantes que, num primeiro momento, menosprezaram a doença e logo depois tiveram de dar o braço a torcer e estabelecer o distanciamento social e medidas restritivas de circulação quando o número de mortos impôs tais medidas. Além disso, o negacionismo instalado no Palácio do Planalto desautorizou os alertas da comunidade científica e das autoridades sanitárias que lutavam – e ainda lutam – para entender os mecanismos de transmissão e de atuação do Novo Coronavirus.

Assim, junto com a pandemia da Covid-19, veio a doença social da falta de planejamento, da guerra de narrativas e ataques aos meios de comunicação e da desarticulação programada do poder executivo federal, instabilizando os demais poderes e níveis federativos. Povo e nação assistiram a um governo sem vontade e sem capacidade de reagir contra a disseminação do vírus e de produzir orientações unificadoras de esperanças e dos procedimentos.

Enquanto cresciam os números das mortes e outras tragédias econômicas, as mensagens do presidente da república se esvaiam nos dizeres que o consagraram: “E daí”; “fazer o quê… sou messias, mas não faço milagres”. A comunicação ficou bagunçada por inteiro: obedecer aos protocolos de distanciamento ou não obedecer; usar máscara ou não usar; não frequentar aglomerações de pessoas ou frequentá-las e até mesmo promovê-las; é melhor flexibilizar e reabrir lentamente e com segurança ou reabrir logo tudo e, caso voltem a crescer os casos e as mortes, retoma-se o fechamento.

Em meio ao vocabulário da confusão, os aprendizados foram se configurando, como uma espécie de linguagem própria, sintetizada nas formas de expressão mais correntes junto ao público, que revelam os domínios técnicos das especialidades sanitárias e as manhas da política. E, como bem mostram os 113 verbetes deste glossário, nas expressões que muitas vezes revelam as conjunções dessas duas áreas de linguagem. Originados de expressões já conhecidas, de uso comum em muitos ambientes e que foram transportadas para outros, esses verbetes nomeiam situações, fatos e acontecimentos. Destacam pessoas e instituições, nas formas de suas existências individuais ou institucionais, até mesmo de siglas.

Algumas leitoras e leitores hão talvez de estranhar a presença de alguma dose de humor e de ironia em certos verbetes em razão da natureza da crise – sanitária e política – e do seu rastro de mortes e sofrimentos. Vale lembrar, entretanto, que esta arma é muitas vezes a que resta aos cientistas, analistas da política e jornalistas, quando estão fora das posições de mando e de determinação das políticas sanitária, social e editorial.

E desejamos sorte às historiadoras e historiadores dos séculos XXII, XXIII… Pode ser que este glossário lhes sirva como fonte de consulta e ajude a entender esta situação “de bezerro não conhecer vaca”.

SEBASTIÃO RIOS – Professor na Faculdade de Ciências Sociais da UFG

Fonte: Secom UFG -‘Categorias:Humanidades