Reinaldo Alves, presidente da Câmara Municipal de Senador Canedo, diz que objetivo é ampliar participação no Legislativo Canedense.
Renato Dias
Aumentar o número de cadeiras de 13  para 17  vereadores. É o que defende, hoje, o presidente da Câmara de Vereadores do município de Senador Canedo, Reinaldo Alves.
O legislador aponta que o ano de 2020 terá uma eleição atípica. Sem a possibilidade de coligação proporcional entre legendas múltiplas. O que permitiria a abertura de espaços políticos, públicos, assim como à Tribuna Parlamentar do Plenário, diz. Para novos quadros, explica ele.
Cáustico, ao assumir o mandato na Mesa Diretora, sob a sua presidência, o vereador disparava críticas ao seu antecessor. A referência é a Rodrigo Rosa. O seu projeto estratégico era renovar a concepção de gestão. Para efetuar cortes em supostos gastos desnecessários. Mais:  adotar o modelo de transparência na administração de recursos públicos. Do erário. Até críticas aos servidores públicos que exigiam reposição salarial o vereador formulou. Com acidez. Sem análise.
Levantamento do Tribunal de Contas dos Municípios [TCM], a corte de contas que examina as receitas, despesas e licitações dos legislativos dos 246 municípios do Estado de Goiás, Região Centro-Oeste do Brasil, mostra elevados gastos da Casa de Leis.
O Portal de Notícias www.ocanedense.com.br informa que a suposta despesa seria ‘desnecessária’. Para os contribuintes da cidade, que  desembolsarão o pagamento regular de impostos. Lamentável, fuzila o site.