A Revista Globo Rural confirma o que já havia sido denunciado pela Agência Pública, Mídia Ninja e  pelo jornal Folha do Progresso de Altamira (PA): um grupo de 70 fazendeiros bolsonaristas organizaram no dia 10 de agosto último “O dia do fogo”, que incendiou criminosamente a Amazônia.  A polícia civil  do Pará já está identificando o grupo.

A acusação de que bolsonaristas atearam fogo nas florestas foi  feita também pelo ex-presidente Lula em sua entrevista à TV 247.

O grupo de 70 ruralistas articulados pelo  WhatsApp o “Dia do Fogo” na região de Altamira, no Pará. É esta a região que lidera o número de incêndios e desmatamentos no Brasil. A sequência de incêndios criminosos foi marcado para mostrar apoio às ideias Bolsonaro de acabar com a fiscalização do Ibama e conseguir perdão das multas pelas inúmeros infrações cometidas pelos ruralistas ao Meio Ambiente.

A revelamenção do ” Dia do Fogo” foi feita primeiramente  pelo jornal Folha do Progesso. A matéria repercutida pela Agência Pública, reforçada pela entrevista de  Claudio Almeida, coordenador do Programa Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ao Midia Ninja  e republicada aqui no Onze de Maio.
Globo Rural confirma crime ambiental 
Neste domingo  foi a vez da revista Globo Rural, também  trouxe este mesmo assunto em reportagem do jornalista Ivaci Matias, que escreveu diretamente de Cachoeira da Serra, o distrito de Altamira que concentra a ruralistas mais agressivos na ocupação das terras, combate aos sem terra e pequenos agricultores e maiores taxas de devaatação do Estado, um dos mais castigados pela ação predatória.
A REPORTAGEM DIZ QUE “Já se sabe que mais de 70 pessoas – de Altamira e Novo Progresso —  entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros, combinaram através de um grupo de whatsApp incendiar as margens da BR-163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso. A intenção deles era mostrar ao presidente Jair Bolsonaro que apoiam suas ideias de “afrouxar” a fiscalização do Ibama e quem sabe conseguir o perdão das multas pelas infrações cometidas ao Meio Ambiente”.
O que acontece em Altamira desde 10 de agosto, segundo o jornalista, é “a maior queimada da história do Pará”, registra.
Ecocídio e fake news