Ex-capitão do Bope, líder do Escritório do Crime, responsável pelo assassinato de “inimigos” da milícia de Rio das Pedras, Adriano da Nóbrega, que fez parte do esquema de rachadinha no gabinete do filho de Bolsonaro, está foragido há mais de um ano.

‌Ex-capitão do Bope, líder do Escritório do Crime, braço da milícia de Rio das Pedras responsável pelo assassinato de inimigos, foragido há mais de um ano da Polícia e homenageado por Flávio Bolsonaro em sessão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Entre os “atributos” elencados de Adriano da Nóbrega, o último deles parece ter feito com que Sergio Moro, ministro da Justiça, excluísse o miliciano da lista de criminosos mais procurados do país.

A lista foi divulgada por Moro na noite de quinta-feira (30) pelo Twitter, que citou “critérios técnicos”, seguindo orientações de Jair Bolsonaro, para elaboração do rol dos criminosos mais procurados do Brasil.

“A SEOPI/MJSP elaborou, com critérios técnicos e consulta aos Estados, a lista dos criminosos mais procurados. A lista ajudará na captura, e segue a orientação do PR @jairbolsonaro de sermos firmes contra o crime organizado”

Crítica

Após a divulgação da lista dos criminosos mais procurados do País, omitindo miliciano ligado ao clã Bolsonaro, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirma que “agora ficou mais nítido do que nunca: Sérgio Moro está no Ministério da Justiça para proteger corruptos do governo e o crime organizado das milícias ligadas ao seu chefe Jair Bolsonaro”.