Comerciantes do “Mercado da Rua 3”, tradicional ponto de compras no centro da Capital, criam novas formas de atender a clientela.

Um dos pontos mais tradicionais do comercio de Goiânia,  o Mercado Municipal tenta sobreviver aos efeitos do isolamento social provocado pelo Covid19. Comerciantes recebem os clientes na entrada do prédio, cujo acesso não é permitido.

Para atender às recomendações sanitárias os comerciantes atendem os clientes na porta do mercado, separados por uma divisória. O comerciantes pegam os pedidos, entregam ao cliente que tem opção de pagar em dinheiro e cartão. Há serviços de entrega e o estacionamento é gratis, para quem prefere ir ao local.

Comerciantes reclamam das restrições, considerando que o mercado é arejado e por isto deveria ser permitida a circulação de clientes, em pequenas quantidades. Mas os especislustas discordam. A pandemia do Covid19 requer isolamento. O vírus a ainda está sendo estudado, e enquanto não foi produzida a v a cina todas asaglomerações devem ser proibidas.

Os açougues do mercadão tem carnes raras, defumados, kits para feijoada e otras variedades

Universo de sabores e utilidades

No “mercadão” tem quase tudo que se procura. Acha-se de desde frutas, castanhas, até roupas ou chapéus, passando pelo artesanato como cestas de palha e dos índios  carajá.

Parte da cultura goiana está lá:  doces cristalizados, rapadura, melado, conservas de pequi,  guariroba, pimentas, manteiga de garrafa,  cachaça, fumo de rolo,  temperos , ervas secas e frescas, carnes frescas e raras.

Temperos, doces, artesanato,utensílios. O mercado tem quase de tudo

Também tem pamonha, empadão, empadinhas, quitandas, farinhas e polvilhos que caracterizam nossa culinária.

Tomando todos os cuidados o “mercadão” da rua 3 continua sendo boa opção de compras de alimentos que ajudam a tornar mais rica a culinária durante a quarentena.