A situação do trabalhador no Brasil de Bolsonaro está cada dia mais difícil. E um dos índices que mais preocupa as famílias é o desemprego. Mesmo antes da pandemia, o Brasil já batia recordes negativos a respeito do tema.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2012 a 2020 a desocupação passou de 7,4% a 13,5%. O percentual representa um contingente de milhões de trabalhadores que busca emprego mas não encontra vagas.

O ano de 2012 é utilizado como início da série histórica, pois foi quando o IBGE implantou definitivamente, em todo o território nacional, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Antes disso, o IBGE também pesquisava o desemprego, mas com outra metodologia. Na Pesquisa Mensal de Empregos, cujo início foi 1980, os dados sobre trabalho eram coletados somente nas principais regiões metropolitanas do País: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Diferentes formas de desemprego:

Desocupados

De acordo com o IBGE, desocupados são trabalhadores e trabalhadoras que têm 14 anos ou mais, que não obtiveram renda na semana em que a pesquisa foi feita, que buscaram empregos nos 30 dias anteriores e que estão disponíveis para um emprego.

Subocupados

Já os subocupados são as pessoas com 14 anos ou mais, que trabalham menos de 40 horas semanais em um ou mais trabalhos.

Desalentados

Desalentados são as trabahadoras e trabalhadores que não trabalham, gostariam de ter um emprego, porém já desistiram de procurar por não acreditarem que conseguirão uma vaga.

Fonte: Reconta Aí