O Deputado Estadual Antônio Gomide (PT) tem aumentado o volume de ações na agenda da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas, a qual é coordenador, para promover o debate dentro da Universidade Estadual de Goiás.

Gomide fiz que o momento é de mobilização de todos os agentes públicos e dos grupos envolvidos com a universidade contra o fechamento de campus e encerramento de cursos.
“Temos realizado visitas a campus, participado de audiências públicas e conversado com as autoridades das cidades que estão sob esta ameaça, uma vez que todos eles compreendem o impacto negativo para a Educação e para a cidade caso haja o fim da UEG”, explica.
O deputado esteve, por exemplo, em Silvânia, uma das cidades que estão sob o risco de perder a UEG. Durante uma audiência pública, estiveram presentes prefeitos e vereadores de outros municípios, como Orizona, Vianópolis, Leopoldo de Bulhões e Gameleira de Goiás.

“Buscamos o diálogo e colocamos a Frente Parlamentar à disposição de orientação para a formação de grupos de debate que ampliem esta defesa. Todos sabem da importância da UEG numa região. Há cidades em que a única opção para o ensino superior público é a UEG num raio de dezenas de quilômetros. Então a nossa luta é pelo aumento de opções e não pelo corte”, avalia.

O chamado redesenho tem sido, inclusive, uma das argumentações de Gomide na Assembleia Legislativa quando o tema é a UEG. Isto porque o Governo de Goiás anunciou uma proposta – ainda em estudo – que previa o corte de 15 unidades e o fechamento de 57 cursos como forma de contenção de despesas. A este ensaio, chamou de “redesenho”.

Se quer redesenhar, que se redesenhe para cima, para melhor. Nas cidades onde há dois, três cursos, que se amplie para cinco, seis, que atraia mais alunos, ou seja, é preciso melhorar a UEG e ampliar a sua função educacional e social. É através da Educação que melhoramos a vida das pessoas e de uma comunidade”, defendeu Gomide, durante audiência com o reitor da UEG, Ivano Devilla.