Segundo reportagem da GloboNews, o Ministério Público do Rio de Janeiro  apontou que, ao longo de cinco mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro, o “Carluxo” receberam mais de R$7 milhões. Pouco depois de revelar esta situação em relação ao “filho 02”, a TV Globo foi alvo de censura. A emissora está proibida de exibir qualquer documento ou peça do processo contra o senador Flávio Bolsonaro (o filho 01) relativos à investigação sobre o esquema de “rachadinhas” na Alerj. Decisão é da juíza Cristina Serra Feijo, 33ª Vara Cível do TJ-RJ

O valor foi recebido por pelo menos 11 servidores desde 2001, no primeiro mandato de Carlos Bolsonaro, o “filho 02” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Só Guilherme Hudson, que trabalhou por quase 10 anos no gabinete do vereador, recebeu R$ 1.476.780,60

Somente cinco servidores do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro possuíam crachás, o que dificultava a fiscalização dos funcionários. “Carluxo”, foi eleito pelo PP, do ex-ministro Alexandre Baldy, passou pelo PSC do Pastor Everaldo, preso por corrupção e hoje está filiado ao Republicanos, partido ligado a Igreja Universal do Reino de Deus.

Lista de supostos funcionários fantasmas de Carlos Bolsonaro. Foto: Reprodução/GloboNews

Censura

 

A juíza Cristina Serra Feijo, 33ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, proibiu nesta sexta-feira, 4, a TV Globo de exibir qualquer documento ou peça do processo contra o senador Flávio Bolsonaro relativos à investigação sobre o esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Segundo a revista Veja, a magistrada atendeu a um pedido da defesa do senador e “filho 01” de Jair Bolsonaro.

 

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