STF determinou quebra de sigilo de empresários que são suspeitos de financiar ilegalmente a campanha e as ações bolsonaristas nas redes.

No Tribunal Superior Eleitoral há duas ações que tratam dos disparos em massa de fake news, via WhatsApp, que foram revelados pela Folha de S. Paulo ainda durante a eleição presidencial de 2018. O financiamento empresarial dessas ações podem configurar crime de caixa 2 eleitoral.

No inquérito das fake news, o ministro Alexandre de Moraes determinou a busca e apreensão e a quebra de sigilo fiscal e bancário de empresários suspeitos de financiar a rede bolsonarista de ataques à honra e ameaça à segurança dos ministros do Supremo.

Luciano Hang (Havan), Edgard Corona (BioRitmo e SmartFit), o humorista Reynaldo Bianchi Junior e o militante Winston Rodrigues Lima foram os alvos.

Se houver provas de que eles abasteceram, de alguma forma, a rede de fake news com recursos, o encaminhamento ao TSE é permitido. Lá, o material, se considerado prova cabal, deixará de ser sigiloso.

Veja a matéria completa no GGN:

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