Mara Muniz faz a leitura dos astros no programa no Cai na Roda, no Jornal GGN.

Jornal GGN – A astróloga Mara Muniz desvenda, ao Cai na Roda deste sábado, 3 de julho, como a ciência e o estudo sobre os astros vão muito além do horóscopo e influência todo o campo social e, principalmente, político. Muniz ainda dá algumas previsões sobre o futuro do país e como a pandemia já estava no mapa astral do mundo, durante o programa, tocado pelas jornalistas da redação GGN e exibido na TV GGN, no Youtube.

Astrologia como ciência

Mara Muniz estuda a astrologia há 40 anos e está entre os poucos astrólogos brasileiros que assinam o chamado “mapa astral”, que apresenta um conjunto de informações detalhadas sobre como os astros e signos influenciam em uma vida, seja humana ou até mesmo de um país.

“A astrologia é um estudo infinito, porque ela abrange a filosofia, a astronomia, toda antropologia, sociologia e a mitologia, tanto a grega quanto a romana, que são super importantes”, explica.

Muito da astrologia está ligada as previsões e é daí que surgem aqueles que minimizam esses estudos, mas Muniz destaca a seriedade do trabalho. “Nós nos baseamos nas estatísticas e os fatos acontecem, como a astrologia pode ser conspiratória? Têm muitas pessoas que dizem, por exemplo, que não existe destino, mas a astrologia mostra que existe, porque você nasce, vive e morre. Então o nosso destino quando nascemos é morrer”, aponta.

A pandemia, segundo os astros

Nesse contexto de previsões, a astróloga afirma que em 2019 a pandemia da Covid-19, que assola o Brasil, já se desenhava no mapa astral mundial e o cenário podia ser menos catastrófico se na época “as pessoas tivessem entendido que nós estávamos diante de uma guerra invisível”.

“A pandemia estava muito clara no mapa do mundo, de todos os países, só que no Brasil, nos Estados Unidos, na Índia  e na Argentina a proporção era maior por causa de governantes. Se esses governantes tivessem prestado atenção. Por exemplo, quando você vai à rua e vê o céu cinza chumbo, você sabe que vai chover e pega um guarda-chuva. Porque o Brasil não pegou um guarda-chuva? tiveram países que pegaram um guarda-chuva”, lamenta.

Apesar de todos esses eventos trágicos, a astróloga afirma que já começamos a nos reerguer e o cenário epidêmiológico deve superado em 2023.

O mapa astral do Brasil 

Ao longo da entrevista, Muniz traz diversas previsões sobre a vida política do Brasil, que desde o início de 2020 se desenrolar, principalmente, dentro da perspectiva do virtual. Nesse sentido, podemos entender, por exemplo, a vitória nas urnas de Jair Bolsonaro (sem partido) em 2018, uma vez que sua campanha foi resumida à disseminação de notícias falsas na internet.

De acordo com a leitura do mapa astral do Brasil, entramos em um “microcosmo de 20 anos que está fazendo uma limpeza”, diz a astróloga. Tendo em vista as casas astrológicas do mapa, que são “onde os astros e signos se expressam”, esse fenômeno ocorre na casa 12, que significa “perda, renúncia, sacrifício, ilícito, pragas”, explica Muniz.

Sendo assim, no campo político quem “fez sujeira, vai aparecer, e nós vamos passar [nesses 20 anos] por muitas mudanças, mas com o país crescendo a partir de 2023”, afirma Muniz.

Neste cenário, a astróloga comentou também a possibilidade do impeachment de Bolsonaro. Ela explica que na astrologia humanista esse processo de pedido de afastamento de um político é visto como “ir se morrendo” e, a partir do mapa astral do Brasil, “por mais que queiram consertar algo em cima do errado, irá rasgar de novo”.

Ainda sobre essa discussão, o Brasil entra no ano astrológico de 2021 apenas no próximo dia 7 de setembro, o dia da Independência ou do aniversário do país, Muniz conta o que podemos esperar: “A partir de 7 de setembro de 2021, o Brasil passa a ter uma história que se inicia, ele vai ser curado de alguma coisa para cumprir a história de independência ou morte”.

800 anos: fim do ciclo do petróleo

Em dezembro do ano passado, nós tivemos um movimento raro entre os astros. Muniz explica as influências desse alinhamento entre Júpiter e Saturno para os próximos 800 anos.

“De 800 em 800 anos esses planetas se encontram mudando de elemento da natureza. Quando isso acontece, acabamos um ciclo da história e entramos em outro. Acabamos 800 anos do ciclo da terra, para ser mais precisa da energia que move o mundo que é o petróleo, e entramos agora para 800 anos na energia de ar, que é o que estamos vendo acontecer: limpar a poluição, cuidar da floresta, os moinhos de vento. Vamos ver o petróleo cada dia mais perder o seu valor, mas como nós estamos falando de um tempo de 800 anos, logo nos primeiros anos não iremos perceber tanto, no entanto, o movimento já começou”, diz.

“Ainda, dentro desse ciclo de 800 anos, nós temos um ciclo menor, que seria o macrocosmo – o universo – e microcosmo – o homem. De 800 anos anos de um ciclo, temos um de 20 anos para o homem, onde de 2020 a 2040 nós vamos lidar com tecnologia, internet, eletrônicos, eletricidade, mudanças súbitas, choques para o ser humano acordar, quebra de paradigmas, avanços científicos, virtual e digital”, completa.

Participaram desta entrevista as jornalistas Lourdes Nassif, Cintia Alves e Patricia Faermann. Assista:

O mapa astral da política no Brasil em 2021: Mara Muniz no #CainaRoda EP. 49

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Sobre o Cai na Roda

Todos os sábados, às 20h, o canal divulga um novo episódio do Cai Na Roda, programa realizado exclusivamente pelas jornalistas mulheres da redação, que priorizam entrevistas com outras mulheres especialistas em diversas áreas. Deixe nos comentários sugestão de novas convidadas. Confira outros episódios aqui:

A luta contra o assédio e as saídas políticas para 2022: deputada Isa Penna no #CaiNaRoda EP.48

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Fonte: Jornal GGN