Além de informações falsas sobre adversários,  rede bolsonarista tentou desacreditar o TSE e o voto eletrônico.

De O Tempo

Um levantamento feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-DAPP) mostra que o deputado estadual Eduardo Bolsonaro (Republicanos-SP), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), foi um dos principais impulsionadores de notícias falsas durante o primeiro turno das eleições de 2020.

No topo da lista aparece Oswaldo Eustáquio, blogueiro bolsonarista que já foi preso duas vezes por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) por conta de atos antidemocráticos. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar e está proibido de usar as redes sociais.

Outras pessoas que aparecem na lista são: os parlamentares do PSL Carla Zambelli (SP), Bia Kicis (DF), Filipe Barros (PR) e Daniel Silveira (RJ) e os blogueiros e influenciadores bolsonaristas Leandro Ruschel, Allan dos Santos, Bernardo Küster.

O levantamento da FGV-DAPP aponta cerca de 700 mil publicações na internet que acusam fraude no sistema eleitoral entre o domingo, dia 15, dia da votação do primeiro turno, e a última quinta-feira (26). A hashtag mais compartilhada foi #votoimpressoja, com mais de 38 mil postagens.

Edição: Jornal GGN