Com tutoria de Ademercino Teles Tomé, atividades culturais foram realizadas para poten­cializar formação de vínculos linguísticos, identitários, entendimento mútuo e solidariedade.

 

Renato Dias

Goiânia sediou o Festival Luandê, no último fim de semana, com participações de grupos de capoeira dos Estados Unidos das Américas, Costa Rica, Espanha, Peru, França, México e de unidades da Federação do Brasil. O coordenador da Associação Capoeira Luanda, Jelon Vieira, informa, com exclusividade, que a entidade possui CNPJ sob o nº 18.147.738/0001-41, com sede no Município de Goiânia-GO. Uma organização não governamental, explica o ativista;

– Para viabilizar o intercâmbio de saberes e valores culturais entre sujeitos oriundos das mais distintas localidades do planeta.

Com a tutoria de Ademercino Teles Tomé, as atividades culturais foram realizadas para poten­cializar a formação de vínculos linguísticos, identitários, o entendimento mútuo e a solida­riedade entre sujeitos no universo capoeirístico, frisa Rubens Marques. Um fotógrafo, com uma recente exposição de sua produção estética com imagens de Havana, Cuba. É graduado na Cambury, servidor anistiado e aposentado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

– A capoeira é universal.

Intercâmbio

O Festival Luandê pode ser caracterizado como uma de suas atividades que são capazes de via­bilizar o intercâmbio de saberes e valores culturais entre sujeitos de distintas nacio­nalidades adeptos à prática da Capoeira, pontua. O evento contribui para a divulgação da cultura popular brasileira, observa. Com as oficinas de danças [samba de roda, maculelê, jongo, puxada de rede], aulas de Capoeira com mestres de notório valor no cenário capoeiristico, diz o fotógrafo

– Como os mestres Jelon, João Grande, Jô, Mão Branca,  Falcão, Colibri, Pernalonga, Nagô, contramestra Tatiana e Guerreiro.