No seu site Tijolaço o jornalista Fernando Brito pergunta: “Há corrupção maior que roubar o poder do voto?”

Wilson Witzel, o ex-juiz moralista, certamente não merece uma lágrima, até porque se notabilizou – tal como o Jair Bolsonaro que hoje comemora sua desgraça – por defender o “justiçamento” sumário de pessoas, com o seu famoso “mirar na cabecinha”.

Mas o seu afastamento do governo para o qual foi eleito, por uma decisão liminar, monocrática, é algo que ofende o princípio da soberania do voto popular, fundamento da ordem democrática.

, em tudo, semelhante às cassações da ditadura – muitas delas feitas sob o manto do combate à corrupção -, agora transformado o Judiciário o “Comando Supremo da Revolução da Moralidade”, embora, neste caso, com evidentes repercussões sobre um processo criminal, o das “rachadinhas” que é a própria imoralidade a serviço da família presidencial. E, portanto, numa guerra de quadrilhas.

 

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