Os Estados Unidos da América atingiram, esta manhã, a inacreditável marca de 500 mil mortos pela Covid 19.

Por Fernando Brito, no Tijoçaço

Quase nove vezes mais que os mortos do país na Guerra do Vietnã.

Cem mil a mais do que os militares mortos em toda a 2ª Guerra Mundial.

Há menos de um ano, Donald Trump, como o nosso presidente aqui, zombava da doença e dizia que “a gripe mata muito mais”.

É assim o negacionismo: despreza os fatos, despreza os alertas da comunidade científica, descuida da saúde da população.

Aqui, são 241 mil mas, ainda assim, há gente que é assunto encerrado.

Não : o Instituto de Métricas em Saúde da Universidade de Washington prevê que tenhamos mais 100 mil mortes até o dia 1° de junho, ou pouco mais de três meses de hoje.

Isso, no ritmo atual, se as sombras de variantes mais infectantes, que nos ameaçam, não se projetarem sobre o Brasil.

Vivemos falta de vacina, falta de governo e sobra de mentiras “oficiais”.

O país está parado a debater os impropérios de um brutamontes, não a desgraça nacional e o que fazer diante dela.

Lá nos Estados Unidos, o novo presidente, em lugar de bravas, faz vacinar. Dão imunizante em três dias tantos quantos o Brasil dá em um mês.

Pressa, mesmo, só para armar as milícias.

 

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