Prisão foi a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Winter é líder do grupo 300 do Brasil, de apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Além dela, outras cinco pessoas foram presas na ação.  A prisão ocorre dentro do inquérito que investiga os movimento.

A ativista bolsonarista Sara Winter foi presa na manhã desta segunda-feira (15), pela Polícia Federal, após autorização do Supremo Tribunal Federal. A prisão foi decorrente do inquérito que apura atos antidemocráticos.

Sara foi a primeira liderança do bolsonarismo a ser presa. Ela está entre os líderes do chamado movimento “Os 300 do Brasil”, grupo armado de extrema direita formado por apoiadores de Jair Bolsonaro, que acampavam na capital federal. Agentes da PF também cumprem outros cinco mandados de prisão, todos contra lideranças do grupo bolsonarista.

No âmbito de outro inquérito, o das fake news, a militante também havia feito ameaças ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Em suas redes sociais, ela afirmou: “a gente vai descobrir os locais que você frequenta”.

No mês passado, Sara foi alvo de mandados de busca e apreensão no inquérito que apura a disseminação de notícias falsas.

A militante também publicou um vídeo afirmando ter vontade de “trocar socos” com Moraes. Ela foi expulsa do DEM.