Professor Reinaldo Pantaleão sugere Adriana Accorsi como candidata, acena a PSTU e PCO e veta PDT e PSB na aliança.

Renato Dias

Ex-presidente do Psol, o historiador Reinaldo Pantaleão apresentará à Executiva Nacional e à sigla, em Goiânia e em Goiás, a proposta de formatação de uma Frente de Esquerda, em Goiânia e Anápolis, para as eleições de 2020, à Prefeitura Municipal. Com PT, PC do B, PCB, PSTU, Unidade Popular, Partido Comunista Revolucionário, e o velho Partido da Causa Operária.
– A Frente de Esquerda recusa acordos com o PSB e o PDT, eventuais aliados de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, e membro do Democratas, legenda ultraliberal.

Identidade programática
O professor de História avalia que existe identidade política e programática. Como, por exemplo, a rejeição à Reforma da Previdência, a negação das mudanças na legislação trabalhista, a defesa do Estado Democrático de Direito, contra criminalização dos movimentos so¬ciais, urbanos e rurais, e uma agenda de oposição a Jair Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Iris Rezende.

– A unidade da esquerda é estratégica e defensiva. Para o acúmulo de forças. Assim impedir retrocessos. No Brasil e em Goiânia.

Pragmatismo
Pragmático, Reinaldo Pantaleão admite que a deputada estadual do Partido dos Trabalhadores Adriana Accorsi é a melhor opção para a construção de uma Frente de Esquerda. Com capilari¬dade social e densidade eleitoral, diz. Psol, PC do B, PCO, PCB, PSTU e Unidade Popular – Partido Comunista Revolucionário lançariam, sem alianças, lançam chapas proporcionais em 2020.
– Unidade. É o caminho. Sem sectarismos.