Ex-presidente da União Brasileira de Escritores, a UBE, seção de Goiás, secretário de Estado da Cultura, classificado como o ‘diplomata das artes’ é agraciado, nesta segunda-feira, 19h30.

Renato Dias

Prêmio Jabuti no ano de 2012, ex-presidente da União Brasileira dos Escritores, a UBE, seção de Goiás, ex-integrante do Conselho de Cultura, funcionário da Caixa Econômica Federal [CEF], símbolo da produção estética do Centro-Oeste contemporânea da modernidade, o secretário de Estado da Cultura, Edival Lourenço, irá receber, nesta segunda-feira, 21 de outubro de 2019, às 19h30, na Câmara Municipal de Bela Vista, município do Estado de Goiás, o título es­pe­cial de Cidadão Belavistense.

O endereço é à Praça Getúlio Vargas, Número 122, Centro.  Be­la Vista de Goiás. Edival Lourenço é classificado como o ‘diplomata das artes no Estado de Goiás’. Quem informa, com exclusividade, é o presidente do Conselho de Cultura, Carlos William Leite.

Filho de Geraldo Lourenço de Oliveira e Doraci Paes de Oliveira. Bacharel em Direito e pós-graduado em Administração de Marketing. Aposentado da Caixa Econômica Federal. Professor de graduação, presidente da União Brasileira de Escritores, Seção de Goiás. Pertence ao Conselho Estadual de Cultura e é membro da Academia Goiana de Letras. É cronista do jornal O Popular (OJC/Rede Globo) e articulista da Revista Bula.

Carlos Willian

Pelo conjunto da obra, recebeu a comenda Jorge Amado da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. Em 2012, recebeu os prêmios Jaburu (Goiás) pelo conjunto da obra e o Jabuti (nacional), na categoria romance, com a obra Naqueles morros, depois da chuva.

Participa de mais de 15 antologias e teve cerca de 50 premiações, dentre as quais, o Troféu Tiokô de Literatura-Prosa, no ano de 1992, e prêmio Nacional de Romance do Paraná. Recebeu Troféu Marieta Teles conferido pela Academia Goiana de Letras, como melhor cronista do ano.

 

Obras publicadas

  • Estação do cio, poemas, 1984;
  • A centopeia de néon, romance, prêmio Nacional de Romance do Estado do Paraná, 1994;
  • A perpétua utopia, contos, prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho, 1992;
  • Coisa incoesa, poemas, prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, 1993;
  • Mundocaia, contos, 2014;
  • As vias do voo, poemas, 2005;
  • Os carapinas do Sri Lanka, minicontos, 2005;
  • Pela alvorada dos Nirvanas, 2009;
  • Os enganos do carbono, 2013;
  • A caligrafia das eras, 2012;
  • O elefante do cego, 2009;
  • As luzes do pântano, crônicas, 2011;
  • Naqueles morros depois da chuva, editora Hidra, 2011;
  • Poesia reunida, Goiânia, Editora Ex Machina, 2015.