O caso da Abin já deveria ter provocado a queda do diretor Alexandre Ramagem, mas este foi salvo por um erro técnico na nota publicada pela coluna de Guilherme Amado, na revista Época.

Por Joaquim Carvalho, no DCM

A defesa de Flávio Bolsonaro recebeu, efetivamente, informações e orientações para obter junto ao Judiciário a nulidade do processo em que o senador é acusado de comandar uma organização criminosa para desviar recursos públicos e lavar dinheiro ilícito.

Ramagem foi salvo pelo fato de que o trabalho não foi produzido oficialmente pela Abin, como sugere a nota. Ou seja, a advogada de Flávio Bolsonaro não teria recebido relatório da agência, mas mensagens por WhatsApp de um servidor público lotado na Abin.

 

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