Alemanha, Chinae Inglaterra ja começam a testar em humanos vacina contra o coronavírus.

Em vários países cientistas trabalham para acelerar a produção de vacinas contra o Covid19.

Alemanha

Na Alemanha farmacêutica Pfizer e a empresa de biotecnologia BioNTech SE receberam o aval para começar testes clínicos em humanos de uma vacina contra o novo coronavírus na Alemanha.

Os testes serão realizados com 200 pessoas saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos. Em uma segunda fase, também receberão a vacina pessoas de grupo de alto risco para o novo coronavírus. As empresas esperam receber permissão para testar pacientes, também, nos Estados Unidos.

Inglaterra

Na Universidade de Oxford, no Reino Unido, pesquisadores acreditam que podem ter resultados ainda em 2020.

A vacina testada por Oxford, denominada ChAdOx1 nCoV-19, foi baseada no virus ChAdOx1, que causa resfriado em macacos, mas foi geneticamente alterado para não i fectar humanos. O ChAdOx1 foi usado com êxitp para combater outro coronavírus, causador da Mers (sigla para Síndrome Respiratória do Oriente Médio), com uma vacina batizada de ChAdOx1 Mers. Agora, estão replicando a técnica para combater o Sars-Cov-2, causador da Covid-19.

ChAdOx1 nCoV-19. A segunda parte do nome faz referência ao combate ao coronavírus e à Covid-19; já a primeira é um dos motivos pelo qual o projeto tem avançado tão rapidamente. O ChAdOx1 é um outro vírus, mais especificamente um adenovírus, já bastante conhecido, causador de uma variação do resfriado comum, capaz de infectar chimpanzés, mas geneticamente alterado para não poder se multiplicar no corpo humano.

China

China deu autorização para que dois protótipos possam ser testados em humanos. Segundo a agência estatal Xinhua, as empresas que receberam a autorização foram a Sinovac Biotech, de Pequim, e o Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, vinculado à estatal Sinopharm (China National Pharmaceutical Group).

Sinovac Biotech, confirma que testou com ducesso a vacina  imunizando um macaco-rhesus. O governo chinês deve iniciar em breve o teste com humanos

Tratamento

O medicamento antiviral experimental chamado remdesivir, da farmacêutica americana Gilead Sciences, tem se mostrado um dos mais promissores no tratamento da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo a companhia, 62% dos pacientes que receberam o remdesivir cedo tiveram alta do hospital. Entre os que receberam o remédio com a covid-19 em estágio mais avançado, 49% tiveram alta.

O estudo avaliou a eficácia do remdesivir quando foi dado a pacientes com quadros graves de covid-19 por cinco dias e por dez dias. O teste envolveu cerca de 400 pessoas.