O jornal da Capital Federal homenageou as escritoras brasileiras no Dia Internacional da Mulher, com sinopse de grandes obras de Lygia Fagundes Telles (Ciranda de Pedra), Quarto de despejo – Diário de uma Favelada (1960)  de  Carolina Maria de Jesus;  A maçã no escuro (1961)  de Clarice Lispector,  Metade Máscara, Metade Cara (2004)  de  Eliane Potiguara e Vintém de Cobre (1983), de  Cora Coralina.

 

Vintém de Cobre, de Cora Coralina

Livro de meias confissões de Aninha, que é a própria autora da produção. Na obra Ana narra casos que se passaram na cidade de Goiás – uma cidade que nasceu no ciclo do ouro e teve seu auge no século XVIII. A autora leva os leitores a conhecer personagens que fizeram parte de sua vida e conta a história de sua cidade, de sua infância e de seus sentimentos.

Cora Coralina é o pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto, que nasceu na cidade de Goiás, no Estado de Goiás, em 20 de agosto de 1889. Poetisa, Cora estudou só até o primário quando criança. Começou a escrever com 14 anos e, só em 1965, com 75 anos, Cora Coralina realizou um sonho e publicou o primeiro livro O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Cinco anos depois, passou a ocupar a cadeira nº. 5 da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Em 1976, lança seu segundo livro Meu Livro de Cordel.

A poetisa escreveu sobre o seu tempo e sobre o futuro, destacando a realidade das mulheres dos anos de 1900. A casa onde morou a poetisa Cora Coralina é hoje o museu da escritora. Cora Coralina faleceu em Goiânia no dia 10 de abril

 

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