Um diálogo, nesta sexta-feira, 12 de junho de 2020, às 17h, no www.youtube.com _ Pensar  Direitos Humanos _ UFG, com Steven Levitsky, de Harvard, e Carlos Ugo Santander, da UFG.

Por Renato Dias

Vidas negras não importam. Nos Estados Unidos das Américas [EUA]. Em 2020. Sob o ‘pato’ Donald Trump. Presidente da República de matriz, uma linhagem, autoritária e republicana. A mor­te de George Floyd, um afrodescendente, asfixiado por um policial branco, traduz a intole­rância racial, 52 anos depois do assassinato em 4 de abril de 1968, de Martin Luther King, Premio Nobel da Paz  em 1964  pelo seu combate à desigualdade racial nos EUA .

Protestos em todo o mundo

Segundo pesquisa do jornal Washington Post, 74% dos norte-americanos apoiam os protestos contra o racismo

EUA enfrentam protestos. Milhões de pessoas nas ruas. Com previsão de 100 mil mortos. Na Pandemia do Coronavírus Covid-19. Já o ultraconservador Viktor Orbán, o primeiro-minis­tro da Hungria, estabeleceu um ‘Estado de Emergência’ no País, promove um atentado à demo­cracia, governa, por tempo ilimitado, por decreto. Sem freios e contrapesos do poder do Parla­men­to.

Nicolás Maduro, acossado pelos EUA, Colômbia e Brasil, endurece. É o presidente da Re­pública Bolivariana da Venezuela. Jair Messias Bolsonaro, capitão reformado do Exército Bra­sileiro, que tem o comandante do DOI-CODI, II Exército, sediado em São Paulo, de 1970 a 1974, Carlos Alberto Brilhante Ustra, como referência, torturador, defende a dita­dura civil e militar de 1964

Evo Morales foi deposto por um golpe da polícia, e é a inspiração de Bolsonaro para o autogolpe no Brasil

O presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) ensaia um autogolpe, militariza o Estado e incita o seu eleito­rado a pro­por a intervenção das Forças Armadas no cenário político nacional. Golpe de Estado de tipo miliciano depôs o presidente da Bolívia, Evo Morales, do Movimento ao Socialismo [MAS]. Exilado no México, hoje. Com oito anos de guerra, a Síria, de Bashar Al-Assad,desestabiliza as instituições.

_ Desafios contemporâneos da democracia. É o tema da conversa online, em 12 de junho de 2020,  o tradicional Dia dos Namorados, na próxima sexta-feira, às 17h.

 

Pensar Direitos Humanos

Professor Carlos Ugo Santander

Com transmissão ao vivo pelo Youtube, o debate Pensar Direitos Humanos _ UFG, será umdiálogo entre Carlos Ugo Santander, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG)G graduado no Peru, com mestrado no México e doutorado no Brasil, além de estágio pós-doutoral na Itália, com o docente de Harvard, Estados Unidos,   Steven Levitsky, o autor de ‘Como as democracias morrem’, um Best Seller.

Segundo matéria publicada no El País em abril do ano passado, “Levitsky, doutorado pela Universidade de Stanford e professor de Governança em Harvard, é algo como um médico legista dos regimes políticos, tanto liberais quanto tirânicos. Dedicou boa parte de sua carreira ao estudo do autoritarismo e aos processos de democratização, à expectativa de vida dos regimes revolucionários, ao papel do populismo. Especialista em América Latina, é autor de várias obras sobre a região, apesar do título citado, coescrito com seu colega Daniel Ziblatt, oferecer um panorama global. Enquanto fala (em espanhol), é fácil imaginá-lo dando aulas como dá uma entrevista, abrindo muito os olhos e gesticulando sem parar, com as mangas da camisa soltas de forma anárquica”.

 

 

 

Serviço

Diálogo online contemporâneo: Desafios da democracia

Data: 12 de junho de 2020, nesta próxima sexta-feira

Horário: às 17h

Suporte midiático: www.youtube.com _ Pensar Direitos Humanos _ UFG

Com: Steven Levitsky, professor de Harvard, autor de ‘Como as democracias morrem’, e de Carlos Ugo Santander, professor da UFG