Estudo da UFMG aponta auxílio como benéfico a economia.

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira 22/4 que o governo federal vai negociar com a Câmara dos Deputados e com o Senado um novo valor para a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Ele adiantou, porém, que o valor do benefício, hoje em R$ 600, será reduzido.

“União não aguenta outro desse mesmo montante que por mês nos custa cerca de R$ 50 bilhões. Se o país se endividar demais, vamos ter problema”, disse ele em entrevista após evento de lançamento do canal de TV Agromais, da Bandeirantes.

“Vai ser negociado com a Câmara, presidente da Câmara, presidente do Senado, um valor um pouco mais baixo e prorrogar por mais dois meses talvez a gente suporte, mas não o valor cheio de R$ 600”, afirmou.

A deputada federal Glesi Hofmann disse que a bancada do PT defende a extensão do auxílio por mais doze meses. Pelo twitter ela citou  estudo da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais),  que  mostra que redução/extinção do auxílio emergencial terá efeitos dramáticos, “não só do ponto de vista social, mas sobre consumo, agravando queda do PIB. O PT quer estender por mais 12 meses, e não apenas por 2, como Bolsonaro quer. É hora de pensar no povo e na economia!”, frisa.