Depois de torrar Luiz Henrique Mandetta, que era favorável ao isolamento, presidente queima Nelson Teich, que discordou do tratamento a base de cloraquina.

Assim como o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich vinha sendo desautorizado pelo presidente sobre algumas questões envolvendo o combate ao coronavírus

Segundo a coluna Radar, da Veja, o general Eduardo Pazuello, número dois da Saúde, foo sondado por Bolsonaro, que perguntou se ele aceitaria o cargo, caso Teich saísse. Pazuello aceitou.

Foto: PR) Antes de completar um mês no cargo, o ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão nesta sexta-feira (15) e convocou coletiva para explicar os motivos.

No caso do uso da cloroquina, o ministro fazia alerta para as recomendações científicas. Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.

O ministro também foi surpreendido por decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica.

Em entrevista à CNN, disse que foi o “dia mais triste” da sua vida. “Não vou manchar a minha história por causa da cloroquina”, afirmou ele, que tem discordâncias com Jair Bolsonaro, favorável o uso do medicamento contra a covid-19 mesmo sem comprovação científica. Veja mais na  CNN.