Empresário Carlos Wizard só comparece após senadores decidirem que usariam recurso da condução coercitiva caso não prestasse seu testemunho de forma espontânea.

Com o primeiro testemunho marcado para 17 de junho, quando não compareceu, o empresário Carlos Wizard Martins — apontado como integrante do “gabinete paralelo” de aconselhamento ao presidente Bolsonaro no enfrentamento à pandemia e já inserido na lista dos primeiros 14 investigados da CPI — deve finalmente ser ouvido pela CPI nesta quarta-feira (30), após a votação de requerimentos na abertura dos trabalhos.

Um dos principais requerimentos que podem ser aprovados hoje é o de convocação do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara e acusado de ter exercido influência sobre o Ministério da Saúde para a compra da vacina Covaxin.