Em julho do ano passado, o governo Bolsonaro comprou 54.867 doses de drogas utilizadas na intubação de pacientes para abastecer o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no que denominou Operação Uruguai.

Do Viomundo

Mas, em agosto, cancelou sem dar explicações o que seria a Operação Uruguai II.

Diante disso, o Conselho Nacional de Saúde emitiu uma nota técnica que, entre coisas, pedia ao Ministério da Saúde que monitorasse os estoques existentes.

O Ministério jamais respondeu ao ofício, que reproduzimos abaixo.

Agora, cidades de todo o Brasil correm o risco de ficar sem oxigênio e sem os chamados kits de intubação, que incluem sedativos, anestésicos e bloqueadores musculares.

Não existe falta de cloroquina, nem do remédio para vermes recomendado como “tratamento preventivo” pelo presidente da República.

O ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ao Viomundo suspeitar que Jair Bolsonaro está deliberadamente praticando a política da morte