Sessões eleitorais vazias e ausência de idosos marca votação do segundo turno.

Um giro rápido em algumas zonas eleitorais e o que se desconfiava se tornou fato: a abstenção será maior no segundo turno do que no primeiro. Nas zonas mais centrais (I e II zona e 133), os mesários relataram que a frequência foi baixa tanto na manhã, quanto agora a tarde.

As pesquisas mostraram Maguito com mais votos entre os mais jovens e as mulheres, em relação a Vanderlan, com maior apoio entre os homens maiores de 60 snos.

Maguito também fica a frente nas regiões mais populisas (Oeste, Noroeste), enquanto Vanderlan vai melhor no Centro e Leste, onde se verifica baixo comparecimento.

A apuração dirá quem teve mais prejuízo com a abstenção em Goiânia.

São Paulo

Em artigo publicado na Folha de S. Paulo, Alessandro Janoni, diretor do Datafolha, ele avaliou que a eleição de São Paulo está aberta e que há chance de vitória do candidato do PSOL, Guilherme Boulos, devido o aumento da abstenção.

Para Janoni, a imprevisibilidade teria se tornado a marca do segundo turno na cidade, em função da pandemia de coronavírus, das taxas de abstenção e do número de indecisos : “Em cenário tão atípico, impossível prever se ainda haverá movimento. Além da alta taxa de eleitores que se mostram indecisos ou que ainda cogitam mudá-lo (somados, correspondem a 17%), a decisão sobre qualquer opção passa antes pela disposição ou condição do paulistano em comparecer às urnas”.No artigo, aponta-se que “cerca de um em cada cinco entrevistados pelo instituto sente-se inseguro para votar neste domingo em razão da pandemia, e aproximadamente 12% admitem que podem se ausentar”.

Vários fatores justificam o baixo comparecimento: o temor do coronovarírus,  que afastou os idosos do local de votação e a situação sui generis da eleição em Goiânia: o candidato líder nas pesquisas Maguito Vilela) está internado, lutando pela vida, enquanto seu adversário (Vanderlan Cardoso), fez campanha solitária, porém prejudicado pelas declarações do primeiro e do segundo turno