Entre as famílias endividadas mais de 50% comprometem renda atual com pagamento de dívidas.

Nem com o avanço das fintechs, nem com o desgaste na imagem, o sistema financeiro mudou os hábitos predadores em períodos de inadimplência.

Foi assim na grande crise de 1999, de 2008, de 2016 e agora. Os clientes afundam em linhas de crédito onerosas. Em vez de facilitar a negociação para linhas de crédito mais acessíveis, os bancos deixam-nos prisioneiros das linhas de maior custo. Mais à frente, quando o cliente estoura há uma corrida para ver quem se apropria mais rapidamente das garantias oferecidas.

No final da crise de 2016, percebendo o enorme desgaste sofrido pelo setor, a Federação Brasileira dos Bancos Comerciais (Febraban) recomendou aos bancos que orientassem os gerentes a renegociar a dívida dos clientes trocando para linhas de crédito mais acessíveis.

Agora, em plena crise do Covid-19, mantém-se a velha prática predatória.

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